Nem todo ERP é para toda empresa. E fingir o contrário é um erro clássico de marketing de software.
O Posseidom não foi criado para agradar todo mundo. Ele foi desenhado para empresas que já entenderam que gestão não é conforto, é responsabilidade. Por isso, existem bons motivos para não comprá-lo.
Se algum deles se aplica à sua realidade, é melhor saber agora — antes de investir no sistema errado.
1. Você quer um sistema que pense por você
Se a sua expectativa é que o ERP decida preços, impostos, processos e exceções sozinho, o Posseidom não é para você.
Ele não “chuta” decisões.
Ele expõe a realidade da operação.
O Posseidom mostra:
- Margens reais (não as que você gostaria de ter)
- Gargalos operacionais
- Erros de formação de preço
- Inconsistências fiscais
- Impactos financeiros das decisões
Com clareza brutal.
📌 Se você prefere um sistema que maquia números para evitar conversas difíceis, compre outro.
O Posseidom não foi feito para proteger decisões ruins. Ele foi feito para torná-las visíveis.
2. Você não quer que os números batam sempre
Muitos sistemas “funcionam” porque ninguém exige que tudo feche de verdade.
Estoque bate “mais ou menos”.
Financeiro fecha “ajustando”.
Fiscal resolve “depois”.
Se a sua operação depende de:
- Ajustes manuais recorrentes
- Planilhas paralelas
- “Jeitinhos” para fechar mês
- Diferença explicada com experiência, não com dado
o Posseidom vai incomodar.
Ele força consistência entre:
- Venda, estoque, financeiro e fiscal
- Custo, preço e margem
- Operação e resultado
📌 Se você prefere um ERP que tolera incoerência para manter a paz, o Posseidom não é uma boa escolha.
Ele não aceita “versões da verdade”. Existe um número — e ele precisa fechar.
3. Você ainda não está pronto para gestão adulta
Esse é o motivo mais importante.
O Posseidom não é um sistema para empresas em fase de improviso. Ele exige um mínimo de maturidade gerencial.
Isso significa:
- Decidir com base em dados, não em feeling
- Assumir quando um processo não funciona
- Encarar custo real, não custo estimado
- Separar decisão emocional de decisão de negócio
Empresas que ainda funcionam exclusivamente na figura do dono, com gestão centralizada na memória e na intuição, costumam sofrer com esse tipo de sistema.
Não porque o Posseidom é complexo.
Mas porque ele não esconde a realidade.
📌 Se você ainda prefere controle informal a governança clara, talvez não seja o momento.
O Posseidom não foi feito para facilitar. Foi feito para sustentar.
É importante deixar claro: o Posseidom não existe para “simplificar a gestão” no sentido raso da palavra.
Ele existe para:
- Sustentar crescimento
- Reduzir risco operacional
- Dar previsibilidade
- Permitir decisões conscientes
Isso não é confortável. É necessário.
Empresas que crescem de verdade passam por esse ponto: ou encaram a realidade com dados, ou passam a vida apagando incêndio.
Por que dizer “não” também vende
Ao deixar claro para quem o Posseidom não é indicado, a DP Sistemas faz uma escolha estratégica: filtrar.
Isso evita:
- Cliente frustrado
- Implantação problemática
- Expectativa errada
- Venda baseada em promessa irreal
E atrai exatamente quem entende que ERP não é mágica. É infraestrutura de gestão.
Para quem o Posseidom faz sentido
Depois de tudo isso, vale dizer para quem faz sentido:
- Empresas que já passaram da fase do improviso
- Negócios que precisam de previsibilidade
- Gestores que querem enxergar o problema antes da dor
- Operações que precisam integrar fiscal, financeiro e vendas
- Empresas que preferem a verdade ao conforto
Para esse perfil, o Posseidom não assusta. Ele liberta.
Porque quando o número é confiável, a decisão fica mais fácil. Mesmo quando é difícil.
Conclusão
Existem ótimos motivos para não comprar o Posseidom.
E todos eles têm algo em comum: a recusa em encarar a realidade da gestão.
Se você quer um sistema que decida por você, esconda erros e alivie responsabilidade, realmente não compre.
Agora, se você entende que:
- Sistema não pensa, informa
- Gestão não foge, enfrenta
- Crescimento exige estrutura
então talvez o Posseidom não seja apenas um ERP.
Talvez seja o divisor entre continuar administrando no improviso — ou começar a gerir de verdade.
E essa decisão, nenhum sistema pode tomar por você.
